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outubro 31, 2010
halloween
Cada casa uma surpresa, uma decoração diferente. Algumas abóboras estavam sensacionais. E as crianças ganharam doces a valer!
outubro 27, 2010
outubro 25, 2010
e como!
neve
outubro 24, 2010
outubro 22, 2010
em 50 dias...
Hoje fomos comer um hamburguer na hora do almoço [como voces sabem, o trio não tem aulas sextas-feiras a tarde] e o menino, usando o método do som das letras, leu no cardápio da parede: 'bacon' e 'smoky'. Fiquei de queixo caído! 50 dias de aula, 6 semanas, na verdade, o que são, de fato 30 dias letivos. Laura e Mario vão indo mais devagar, uma na sua pressa e na vontade de adivinhar ao invés de ler, na sua ânsia de achar que já sabe e o outro no seu passo seguro, demasiado cuidadoso. Os dois sabem a técnica do som das letras, mas ainda não chegaram onde o Diogo chegou. Mas falta pouco.
de novo no bowmont
outubro 20, 2010
outubro 19, 2010
as diferenças
Mas, tudo bem, eu concordo. Eles são muito parecidos, muito mesmo. O que torna difícil pra maioria das pessoas saber quem é um e quem é o outro. As diferenças são sutis. Uma pintinha em cima do lábio, uma outra ao lado do olho, um rosto mais alongado, ou outro mais quadrado, uma covinha, o formato dos olhos. Uma das diferenças está no cabelo. Por isso tirei as fotos.
Vamos lá. O Diogo tem dois redemoinhos no alto da cabeça o que deixa o cabelo dele mais mexido. Na nuca o cabelo faz um ‘V’ e Se deixar ela fica com um rabinho. O Mario tem um redemoinho bem no meio do coco e acho que por isso seu cabelo assenta mais. Na nuca o cabelo é bem retinho. Acho que quem tentou descobrir quem é quem trocou as bolas...
outubro 18, 2010
festa no blog fisher-price
outubro 17, 2010
panquecas
Não vai demorar muito pra eu não ter mais que fazer as panquecas aqui em casa. Hoje Laura acordou e disse que queria panquecas. Ela preparou a massa com minha ajuda e depois cada um fez as suas próprias panquecas. Com um pouco de treino, logo estarão se virando sozinhos. Que delícia!
outubro 16, 2010
sons, letras e palavras
As coisas mudam bastante no grade 1. As crianças ficam o dia todo na escola, tem que levar o almoço, 2 snacks, um pro recreio da manhã e outro pra tarde, têm muito mais tarefas, leituras, responsabilidades. Eles chegam famintos e acabamos por adotar o horário de jantar canadense, 5 da tarde [aqui é supper e não dinner]. Todos os dias eles chegam e mostram a agenda que sempre tem um recado que eles mesmos copiaram. Toda semana chegam com livros que tem que ler todos os dias. E trazem listas de palavras que tem que estudar.
O sistema de alfabetização aqui é completamente diferente. Cada letra tem um som e as crianças aprendem a ler juntando esses sons. Impressionante como funciona. As crianças conseguem ler fazendo isso. Laura leu um livrinho inteiro outro dia. E Diogo Le as listas de palavras. Mario fica na dele e de repente sai lendo. Tudo bem que as vezes a letra tem sons diferentes e não entendo como funciona direito.
Acaba que estou aprendendo um monte também. Tenho que ler os livros, tenho que acompanhar as tarefas. Bia se envolve e ficamos todos juntos estudando. No Brasil não se ensina inglês assim, pelo menos não era assim. Fico pensando como foi que aprendi inglês e não tenho a mínima idéia. Eu conseguia ler, conseguia entender e aprendi muito pelos sons das palavras, através dos sons. Nunca deixei de escutar e ler e de tanto ler acabei escrevendo. Não sei.
Bem, o que importa é que os três estão afiados na língua e a evolução deles é notável. Estão até conversando e contando coisas pros vizinhos, coisa que até então não acontecia.
Nós continuamos ajudando, conversando com eles em inglês, incentivando. Até que embalem de vez. Mas fiquem tranqüilos, não vamos deixar de falar português em casa. Nem dá pra parar de falar português, acontece naturalmente...
O sistema de alfabetização aqui é completamente diferente. Cada letra tem um som e as crianças aprendem a ler juntando esses sons. Impressionante como funciona. As crianças conseguem ler fazendo isso. Laura leu um livrinho inteiro outro dia. E Diogo Le as listas de palavras. Mario fica na dele e de repente sai lendo. Tudo bem que as vezes a letra tem sons diferentes e não entendo como funciona direito.
Acaba que estou aprendendo um monte também. Tenho que ler os livros, tenho que acompanhar as tarefas. Bia se envolve e ficamos todos juntos estudando. No Brasil não se ensina inglês assim, pelo menos não era assim. Fico pensando como foi que aprendi inglês e não tenho a mínima idéia. Eu conseguia ler, conseguia entender e aprendi muito pelos sons das palavras, através dos sons. Nunca deixei de escutar e ler e de tanto ler acabei escrevendo. Não sei.
Bem, o que importa é que os três estão afiados na língua e a evolução deles é notável. Estão até conversando e contando coisas pros vizinhos, coisa que até então não acontecia.
Nós continuamos ajudando, conversando com eles em inglês, incentivando. Até que embalem de vez. Mas fiquem tranqüilos, não vamos deixar de falar português em casa. Nem dá pra parar de falar português, acontece naturalmente...
na escola
A cada ano a escola se orienta por uma pergunta, uma macro pergunta que se desenrola em várias questões. Esse ano a pergunta é: o que é pertencer? [what is to belong?] Coincidentemente estamos todos, como família nos envolvendo mais na escola, querendo fazer realmente parte dela.
Estamos cada vez mais envolvidos. Fazemos parte oficialmente do conselho, ajudamos como voluntários em várias atividades. Fico impressionado como a escola se apóia na colaboração dos pais e como o orçamento é montado contando com doações que vêm de todas as partes. As pessoas se engajam, ajudam, participam. A escola se reúne com as outras escolas da comunidade, com a associação da comunidade, com as outras entidades. É sensacional. É uma escola comunitária, na prática.
Essa semana as crianças fizeram um estudo do meio que era um passeio de duas horas a pé pelo bairro, pra conhecerem, entenderem como a escola se insere no bairro, como o bairro se insere na cidade. Assim aprendem o que significa pertencer, fazer parte da escola, da comunidade, da cidade, do mundo...
Estamos cada vez mais envolvidos. Fazemos parte oficialmente do conselho, ajudamos como voluntários em várias atividades. Fico impressionado como a escola se apóia na colaboração dos pais e como o orçamento é montado contando com doações que vêm de todas as partes. As pessoas se engajam, ajudam, participam. A escola se reúne com as outras escolas da comunidade, com a associação da comunidade, com as outras entidades. É sensacional. É uma escola comunitária, na prática.
Essa semana as crianças fizeram um estudo do meio que era um passeio de duas horas a pé pelo bairro, pra conhecerem, entenderem como a escola se insere no bairro, como o bairro se insere na cidade. Assim aprendem o que significa pertencer, fazer parte da escola, da comunidade, da cidade, do mundo...
outubro 13, 2010
outubro 11, 2010
thanksgiving
Hoje é dia de dar graças. E nós estamos dando graças por esses nove meses que moramos aqui. Interessante o dia de ação de graças coincidir com um tempo gestacional, nove meses. Hoje é dia de ficar com a família e refletir sobre os significados da nossa mudança e celebrar nossa nova vida.
outubro 10, 2010
in the wonderland

de volta ao kijiji
O tempo passa e a gente vai acumulando coisas. E voltamos ao kijiji pra procurar pequenos móveis usados. Encontramos uma pequena cristaleira e uma cômoda que caíram bem em nossa sala. Fomo buscar em Airdrie, cidade aqui do lado, coisa de meia hora de carro. E o casal que nos vendeu era sensacional. Ficamos batendo papo um tempão, várias coisas em comum, idade, tres filhos, mudanças, cozinha, vinho, pizzas, móveis antigos. Tipo daquele casal que você gostaria de ficar amigo logo de cara. Estão mudando pra Vancouver Island, atrás de climas menos rigorosos. Compramos os dois móveis e de lambuja um autorama.
outubro 09, 2010
imagine

Como voce vai passar o seu dia hoje? Saiba mais sobre Lennon clicando no ícone especial do google ali em cima. E assista a uma animação feita a partir de seus desenhos.
outubro 07, 2010
ah! as manhãs...
Eles aparecem na sala prontos pra tomar café. Sentam e comem numa boa. Certo? Errado! É aí que começa a loucura. Eles estão prontos pra brincar, com a corda toda, a mil por hora, descansados, zero bala! Como conversam, como falam, como dão risadas. Se eu bobear sai todo mundo sem comer nada! O chato é quando se empolgam e lá se vai o leite pela mesa, pela roupa, derramado...toca a limpar, trocar de roupa, nem bravo dá pra ficar, não há tempo a perder. Enfim, tudo termina bem, tomam o café, escovam os dentes e saímos na hora.
Não sei como conseguem transformar tudo em brincadeira, tudo em motivo de diversão. Que sabedoria!
outubro 06, 2010
novidade no blog da fisher-price

outubro 05, 2010
velozes
Diogo é o falante da turminha, mais desinibido que a Laura. Hoje, conversando com uma vizinha, a coach Sarah, treinadora de soccer dos meninos, falamos sobre o inglês dos meninos e o Diogo entrou na conversa falando em português. Eu disse a ele que falasse em inglês e a resposta foi: ‘só na escola, pai’.
Mario é o mais calado, acanhado. Mas quando perguntamos o som de uma letra, pra soletrar uma palavra, ele é o primeiro a responder, rápido, pronto. Calado, mineirinho, ele sabe tudo. Só falta falar.
Laura é malandra. Fala, conversa, entende. Mas só quando quer. E com quem quer.
Continuamos no exercício de conversar em inglês com eles, ler os livros que trazem da escola, estimular a absorção e imersão na língua. Acho que não vai demorar muito pra ter os três ensinando a gente como se fala inglês de verdade.
velhos amigos
nossa rua
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