Nós ainda ficamos mais um pouco e visitamos algumas instalações fechadas, onde os animais ficam indoor quando está muito frio. As crianças chegaram em casa meio destruídas e foram direto pro banho. À noite tivemos um jantar na casa de novos amigos.
março 28, 2010
zoo
Nós ainda ficamos mais um pouco e visitamos algumas instalações fechadas, onde os animais ficam indoor quando está muito frio. As crianças chegaram em casa meio destruídas e foram direto pro banho. À noite tivemos um jantar na casa de novos amigos.
jantar
O casal é bem simpático, Bob and Carolyn. Mudaram de Vancouver pra Calgary há uns 10 anos, ele mudou de carreira, ela está mudando agora. Conversamos um bocado, ele preparou mojitos, muito bons, contamos muito sobre o Brasil e nossas razões de vir pra ca. Eles deram dicas e se colocaram a disposição pra ajudar com o que precisarmos. Jantamos bem, tomamos vinho, demos risadas. Incidentes aconteceram, Laura caiu na escada, o cachorro de um vizinho entrou pelo meio da sala, tomamos café, sobremesa e um belo scotch [Longrow, preciso escrever pra não esquecer] pra terminar. Saímos de lá perto das 10 da noite, com as crianças um pouco mais destruídas, prontas pra cama.
Fechamos o sábado com chave de ouro.
março 27, 2010
está chegando
o tempo
Tudo isso pra falar que o tempo, ou o clima, em Calgary está parecendo uma montanha russa. Dias quentes sucedem dias frios que antecedem noites quentes, um pouco de neve, sol, chuva, vento. Ouvi dizer que março é assim mesmo, a primavera querendo entrar, se estabelecer depois do inverno. E outra que escutei é que em Calgary, ou no Canadá todo, o tempo, ou o clima, é sempre um assunto. Nada melhor pra falta de assunto do que falar do tempo, ou do clima, não é? Se voce não tem nada pra dizer e menciona o clima, a outra pessoa sempre vai ter alguma coisa pra dizer também e não vai ficar parecendo que voce, ou voces, não tinham assunto melhor pra conversar sobre. O tempo, ou o clima, é um ótimo assunto aqui.
Eu gosto dessa variação no clima. A paisagem está sempre diferente, sempre mudando, não tem monotonia. Ontem foi um dia bem estranho, com a temperatura indo pra cima e pra baixo como de 2 em 2 horas. Até a mocinha da rádio, quando falou do weather, disse: 'What a strange day!' Ontem, por volta das 10 da manhã, choveu. Uma horinha, mais ou menos, de uma chuva fina. Depois que passou, tudo ficou seco de novo.
E a tarde abriu um solão e no fim do dia estava calor. Aproveitei pra dar uma corrida.
correndo 2
carta de motorista
Não posso esquecer de dizer que o livrinho feito pelo governo com as regras e leis é muito bom, muito bem feito e que as leis de trânsito aqui são bem lógicas. Ah! E que o road test custa uma grana, coisa em torno de $100, mas que varia de lugar pra lugar!
Bom, fui eu pro teste [interessante é que o teste é feito no carro de quem está fazendo a prova, ou seja, fiz o teste no nosso carro]. A examinadora foi do lado, dizendo onde eu deveria ir, parecia uma maquininha, automatizada. Estava confiante, mas fui cauteloso. No fim do teste, ela me explicou sua avaliação e, no final das contas, fui reprovado porque fui cauteloso demais. Como? É, abaixo do limite de velocidade. Nas ruas com limite máximo 50 por hora, eu fui a 40! Nas áreas escolares com limite máximo 30 eu fui a 25! Mas a gota d'água foi ela me tirar pontos porque parei a dois metros da faixa de pedestres quando um pedestre estava atravessando! Fiquei fulo da vida, discuti com a moça, perguntei onde no livro estava escrito que eu deveria usar o limite máximo de velocidade nessas vias e se eu deveria assustar a pessoa que atravessava parando em cima dela etal.
Existe uma discussão na província de Alberta sobre esses testes. Eram do governo, foram terceirizados. Os examinadores são independentes, prestam serviço pras empresas terceirizadas do governo. Muita gente acha que o sistema virou um caça-níqueis, as pessoas são reprovadas a torto e a direita, quase ninguém passa no primeiro exame e por aí vai. Mas a questão era: eu precisava da carteira de motorista e assim teria que refazer o exame.
Claro, fui a outro lugar fazer o exame com outro examinador. Fui, paguei de novo, entrei no carro com o examinador, ele perguntou se eu tinha algo a perguntar e perguntei sobre velocidades aceitáveis, atitude ao parar para um pedestre etal. O cara disse: 'Relax, Octavio, let's go on with the test'. E fomos, eu mais esperto com as velocidades. O cara deu poucas instruções e que se não falasse nada que eu fosse em frente. E foi do meu lado puxando papo, contando casos. Depois de 50 minutos, voltamos e ele me passou sua avaliação. Um pequeno erro numa conversão a direita e só. Que diferença da primeira examinadora.
O fato é que agora posso dirigir! E que Bia vai ter que fazer os seus exames...
março 23, 2010
lareira
março 21, 2010
pizza no sábado e sin card
e a vovó se foi . . .
livros
reunião na escola
séries ou anos, aqui os grades, são agrupados 2 a 2 em cada sala: grades 1 e 2, grades 3 e 4 e grades 5 e 6 [a escola é elementary, ou seja, vai até o grade 6]. Os projetos em que as crianças trabalham são de longo prazo e não trocam mês a mês ou coisa assim. A professora gosta desse jeito da escola, acha que os alunos se preparam muito bem assim. nós também
gostamos. Outra coisa legal é em relação aos livros . . .
correndo
Ontem e ehoje as temperaturas e o sol aqui colaboraram para fazer dias maravilhosos. Hoje a manhã estava ensolarada e as 10 horas os termometros já marcavam 8 graus, então vesti um calção, uma camiseta de manga longa, calcei meus velhos tenis, passei um protetor solar, coloquei um boné e os óculos escuros e fui dar minha primeira corrida na cidade. Saí de casa correndo pela calçada e subi em direção a Edgemont, o bairro vizinho, onde tem o parque em que vamos sempre com as crianças, aquele em que brincaram de trenó. O parque é enorme, tem várias trilhas e eu queria correr por lá. Só que levei 25 minutos pra percorrer os 4 km até lá. Cheguei, bati o pé e voltei. Não dá pra abusar logo na primeira, depois de quase 2 meses sem correr.
Espero agora achar um tempinho pra correr pelo menos 4 dias durante a semana.
março 19, 2010
os primeiros cem . . .
lá vem o school bus
março 15, 2010
kite flying

Por volta das 11 da manhã sai pra dar uma volta a pé pelas redondezas. Convidei as crianças pra irem comigo, mas só a Laura se animou: 'vou de patinete, pai'. Fomos batendo papo, andando devagar, olhando as casas, os jardins, os lugares que ainda tinham neve. Quando voltamos, Laura quis andar de patins com os meninos e fiquei eu subindo e descendo a rua pela calçada levando um deles pelo braço.
Acho que por volta do meio-dia o Don apareceu na rua e ficamos batendo papo, ele nos acompanhando pra cima e pra baixo. Scheila e Kristen passaram por nós indo ao mercado a pé. Don, então, se lembrou que talvez tivesse guardado uns patins velhos das crianças dele. Logo voltou com um par e aí tínhamos 2 andando de patins pra lá e pra cá.
Chegou a hora do almoço e Don nos disse que mais tarde iria ao Nose Hill Park soltar pipa, daquelas grandes, com 2 linhas e nos convidou pra ir com as crianças. Claro, Legal! Então fomos almoçar e pra variar demoramos um pouco, não estou acostumado com o forno, as temperaturas e tal. Estávamos nos sentando à mesa quando tocou a campainha e eram eles, nosso vizinhos. Convidamos os 2 pra entrar e ficamos batendo papo enquanto almoçávamos. Assim que terminamos, saímos.



Don tirou essas fotos e fez o video.
março 13, 2010
fotos do sábado de manhã
Mario, acordando...
family friendship
testes
E adorei a experiência. O teste avalia linguagem e matemática, princípios básicos. O teste foi desenvolvido pelo governo e é usado por centenas de escolas. Os mesmos critérios avaliam milhares de crianças na cidade, na província. Lógico, objetivo. Achei espetacular. Tive a oportunidade de ver como estão as crianças, [ufa!, eles são normais!] e conhecer um pouco mais a professora que é um doce.
batalha
Outro dia estava o Diogo tentando colocar o cinto. E toca a ouvir grunhidos. E ele levanta, fica em pé, senta, se vira pra um lado e pra outro e grunhe e nada de conseguir colocar o cinto. Até que eu me viro e digo: 'Caramba, Diogo, que batalha!' E ele, cheio de bom humor: 'É a batalha da cadeirinha contra o Diogo'. E depois de muitas risadas, enfim ele conseguiu colocar seu cinto.
carteira de motorista
Fiz tudo isso na quarta passada. Enquanto isso, quando saímos, a Bia dirige. Tem sido ótimo pra ela aprender as regras de trânsito daqui. O trânsito aqui é bem mais calmo, menos estressante, mas tem regras bem diferentes. Umas das coisas mais sensacionais são os '4 way stops'. É um cruzamanto em que chegam carros vindos das 4 direções. Não tem sinal, não tem nada, apenas uma placa dizendo '4 way stop'. Quem chegar primeiro ao cruzamento, cruza. E todos respeitam a regra.
Assim que eu tiver minha carta, Bia vai começar a tirar a dela.
preocupação
Mario, preocupado: isso nao pode acontecer.
Diogo, precoupado, mas nem tanto: mas foi a Laura, MArio.
Laura, tentando explicar: Mario, isso nao tem problema. E foi sem querer, eu confundi as gavetas.
Mario: Mas aí minha meia vai virar calcinha. Eu nao quero que isso aconteça.
Diogo: Quáquáquá, nossas meias vão virar calcinhas, quáquáquá!
Laura: Isso não acontece, Mario.
Mario: Eu nao quero, não é engraçado, tá bom!
Imagina a reação dos adultos no carro! Gargalhada geral.
março 07, 2010
reclamação
Logo que chegamos aqui em Calgary, o Diogo comecou a reclamar que os dias passavam rápido, eram curtos. Interessante como ele percebeu isso. Quando chegamos, os dias estavam termiando por volta das 5 e meia. Agora já é possível ver luz no céu até por volta das 6 e meia. MAs já avisamos a ele que aguarde o verão. Os dias serão longos, bem longos, com sol até as 10 da noite. E ele nos olha incrédulo, como quem diz: 'só acredito vendo!'
pizza no vizinho
A casa deles é bem agradável, simples. A cozinha aconchegante. Dessa vez conhecessemos o filho deles, Caulen. O menino tem 16 anos e faz downhill de bike, radical. Imagina se as crianças não ficaram alucinadas com as fotos do menino descendo as montanhas daqui. Pra ganhar uma grana, ele trabalha numa loja de bikes aos domingos.
A pizza foi ótima, o vinho gostoso, o papo ótimo. Uma ótima noite com nossos grandes vizinhos.
março 06, 2010
1 mês
O primeiro mês voa, voou. Porque é tanta coisa nova acontecendo, tantas coisas pra fazer tão diferentes entre si, que quando voce percebe 30 dias se passaram. Aí é que se percebe o quanto foi feito nesses dias. Aquela vida do dia a dia continua, fazer o mercado, cozinhar, essas tarefas diárias. Junto com isso, é preciso tirar uma serie de documentos novos. E entao precisa registrar as crianças na escola e achar uma casa pra alugar, comprar um carro, comprar moveis, eletrodomesticos, utensilios de cozinha, roupa de cama e banho...e entao assistir a cursos e, ao mesmo tempo, procurar empregos.
Bia e eu, alguns dias, chegamos em casa destruídos, depois de acordar as 5 e meia da manhã pra pegar o trem e ir pro centro da cidade assistir a um workshop the 'communications skills' que é, basicamente, um curso pra recolocação no mercado de trabalho canadense. Ótimo, o cara é muito bom, dá informações valiosas. Quando saímos dali vamos resolver isso, aquilo e aquilo outro e corremos pra jantar com as crianças as 6 da tarde. Pois é, horário novo, padrão canadense. E depois ainda temos mais pra fazer, comprar pequenas coisas, montar um e outro móvel.
Se nao tivessemos a ajuda de minha mãe por aqui, as coisas seriam bem mais complicadas.
Ela fica com as crianças pela manhã, enquanto vamos ao workshop [que deve durar ate o dia 20], dá o cafe da manhã, prepara o almoço, ajuda os tres a se arrumarem pra escola, dá o almoço e por volta de meio dia e meia leva os 3 até o ponto do onibus escolar [pra esclarecer, o school bus custou $132 por meio ano, para os 3!], 5 minutos a pé, rua acima. Entao ela tem uma folga. E a vovó Guguta trabalha pacas...Logo teremos o 'spring brake' na escola, coisa de 10 dias de folga por volta da data da Páscoa. E a Guguta vai visitar a Maná, minha irma no Coloardo. Entao veremos o que será ficar sem a sua ajuda. E nas férias ela vai passar um bom tempo lá...aí esperamos contar com a ajuda da vovó Maria, vamos ver se o vovô Vitorio vai deixá-la vir...
Enfim, corremos muito mas a vida não é tão estressante como em Campinas. O trânsito é mais calmo, o transporte público é bom, agora estamos a 5 minutos da estação do trem, a cidade é silenciosa. Esse fim de semana vamos ficar em casa, montando moveis, desfazendo umas caixas, arrumando um pouco mais a casa. O tempo está lindo, dias ensolarados, céu azul. Depois do meio-dia a temperatura tem chegado a 9, 10 graus. E na casa nova as criancas tem muito mais coisas pra fazer.
casa nova
Quando ja estavamos em Calgary havia uns 15 dias, comecamos a procurar casas pra alugar. Como a escola das crianças tem que ser a escola do bairro e já havíamos nos decidido por morar em Dalhouise, a busca foi concentrada por aqui. Até olhamos algumas casas no bairro vizinho, Brentwoods, mas não gostamos tanto. Quando digo olhamos, quero dizer olhamos no craiglist, homerent, rentspot e outros sites de busca da internet.
Sim, porque olhar, ver, visitar casas nós visitamos 2! Pois é, só 2! E a primeira que visitamos foi a casa que alugamos e em que estamos hoje. Eu acho isso incrível, mas é verdade. Não sei se já contei a história, peço desculpas se vou ser repetitivo, mas acho que vale a pena contar como foi e falar um pouco da casa.
Vi o anúncio da casa no homerent. Tinha algumas fotos e uma breve descrição. 3 coisas chamaram minha atenção na descrição: o landlord [o proprietário] morava ao lado, o piso de madeira e que a casa bem cuidada. O valor do aluguel também era convidativo, bem menos do que estávamos esperando gastar com aluguel. Mas havia um senão: era apenas um main floor, ou seja, o basement na seria alugado junto com o piso de cima. Então liguei pra marcar um viewing, uma visita. Claro que achei difícil entender o que o landlord dizia, o endereço ele teve que soletrar. Depois fiquei sabendo por ele mesmo que ele também não entendeu patavinas do que eu disse. O interessante é que mesmo sem nos entender conseguimos marcar um horário pra visita. Telefone eh dificil!
[da frente da casa, olhando rua acima]
15 dias atrás, algumas ruas em Calgary eram um desastre, neve, gelo, nenhum lugar pra parar o carro. Foi o que encontramos aqui. A rua é uma Crescent que sobe [ou desce, claro], o que significa que ela começa e termina na mesma rua, fazendo uma espécie de "C". Nós entramos na rua por cima e fomos descendo. Quando achamos a casa paramos o carro um pouco mais abaixo. Olhamos a frente da casa e gostamos. Discreta. Tocamos a campainha da casa ao lado, do landlord. E logo ele e sua mulher vieram atender e nos levar para ver a casa ao lado. A casa estava ocupada por 3 caras, pilotos de avião, móveis, roupas, meio difícil de ver. Entramos, demos uma volta, vimos por fora, garagem. Ok. Então, o problema. Um banheiro. Conta rápida: 6 pessoas, 1 banheiro. Hum...será que dá? 3 crianças, 1 banheiro? Será? O banheiro tem 2 portas uma que dá pro quarto do casal e outra que dá pro corredor. Hum...será? Então as vantagens: um anexo a casa, uma bela sala ensolarada por 2 clarabóias e janelas grandes, perfeita pras crianças brincarem; uma área nos fundos da casa, pública com parquinho pras crianças; a casa estava mesmo bem cuidada e o landlord era o vizinho, qualquer problema, qualquer dúvida, o cara estaria ali do lado.
Conversamos um pouco com o casal, Don e Scheila, a impressào foi ótima, simpáticos, corteses. Fizemos algumas perguntas. Ok. Preenchemos um documento com nossas informaçoes e referências. Referências, parte difícil. Indicamos Vicki, nossa amiga de Vancouver, Wayne Jackson, de quem estávamos alugando a casa anterior e David, do B&B em que havíamos nos hospedado ano e meio antes. Saímos, tchau, obrigado. Entramos no carro:
'o que voce achou?'
'gostei, piso de madeira, a sala pras crianças, o parque nos fundos'.
'e o banheiro?'
'1 só, difícil, mas não impossível'
'mas voce olhou o banheiro direito?'
'não, e voce?'
'também não'.
'tudo bem, é a primeira que visitamos,vamos ver outras.'
E vimos apenas mais uma, péssima, um desastre.
No mesmo dia, Don mandou um email dizendo que tinha checado nossas referencias, que a Vicki tinha perguntado o que estávamos fazendo em Calgary, que devíamos estar em Vancouver, que o Wayne disse que eramos um otimo casal pra lidar e que se quisesemos alugar a casa estava tudo bem.
'e aí Bia, vamos alugar?'
'vamos!'
Dia seguinte liguei pro Don, ok, vamos em frente. Marcamos uma hora e fomos a casa deles assinar o contrato e pagar uma caução equivalente a 1 mês. O contrato de aluguel é mês a mês e nao de 6 meses ou um ano. Entramos na casa deles, a família toda. Entao lembrei: o dinheiro, não trouxe! Desculpa, vou buscar, volto daqui a 40 minutos, desculpa. Não tem nada, que isso, tranquilo. Ótima primeira impressão! Vexame. E toca voltar pra casa pra pegar o dinheiro. Fora isso, o resto foi tranquilo.
Don nos deu uma planta da casa com as medidas dos cômodos, deu instruções básicas. A filha de 19 anos faz baby-sitting, mais uma vantagem. A casa estaria vazia dia 1 de março e até lá fomos comprando coisas, pensando nos móveis, essas coisas. No fim de fevereiro Don liga e diz que a casa estava livre e que podíamos ir levando nossas coisas. E entao, dia 2 de marco, um mes depois de chegarmos em Calgary, mudamos.